Meus amigos o Natal está a chegar!! O meu Natal seria feliz se... lol
http://www.pixmania.com/pt/pt/7636501/art/canon/eos-550d-objectiva-ef-s-1.html
sábado, novembro 26, 2011
quinta-feira, novembro 24, 2011
criação do arquiteto Kota Mizuishi.
Em um minúsculo pedaço de terreno, ele ergueu uma casa completa, com direito a cozinha, banheiro, quartos e sala de jogos. Tudo isso avaliado em US$ 200 mil.
já me imagino a viver aqui com a minha amada!!! quer esteja esta casa junto ao mar... num monte... ou à porta do emprego lol
só falta um imenso jardim para os cães...
As melhores bolas de berlim!
A Fábrica da Praça do Chile - Lisboa
A Pastelaria da Rua da Rosa - Lisboa
A Padaria do Bairro Alto - Lisboa
Cacau da Ribeira - Lisboa
quarta-feira, novembro 23, 2011
Hoje invadiste-me os sonhos e todas as horas do dia; e eu não gosto...
Não gosto de acordar com o teu sabor, aquele que não me dás a provar...
Não gosto de sentir que te quero dentro de mim e refastelar-me em ti...
Não gosto desta incógnita sobre a minha presença em ti...
Nada dizes... e não aceitas estar comigo...
No sonho somos felizes...
Os abraços e os beijos comprovavam-no.
E na realidade?
Há algo de mim em ti?
Às vezes sinto-me frágil e sem rumo, engasgado na raiva e no medo, sufocado de ti...
Às vezes penso que ainda se morre de amor, que vou adormecer, coberto por um cobertor de mármore...
Depois ressuscito... pois existes...
Já não me lembro de quantas vezes nasceste e ressuscitaste nos meus textos...
Sequioso de ti, escrevo, bebendo as tuas curvas, a tua beleza, a tua personalidade que desconheço...
E penso no café que nos recusas...
Não gosto de acordar com o teu sabor, aquele que não me dás a provar...
Não gosto de sentir que te quero dentro de mim e refastelar-me em ti...
Não gosto desta incógnita sobre a minha presença em ti...
Nada dizes... e não aceitas estar comigo...
No sonho somos felizes...
Os abraços e os beijos comprovavam-no.
E na realidade?
Há algo de mim em ti?
Às vezes sinto-me frágil e sem rumo, engasgado na raiva e no medo, sufocado de ti...
Às vezes penso que ainda se morre de amor, que vou adormecer, coberto por um cobertor de mármore...
Depois ressuscito... pois existes...
Já não me lembro de quantas vezes nasceste e ressuscitaste nos meus textos...
Sequioso de ti, escrevo, bebendo as tuas curvas, a tua beleza, a tua personalidade que desconheço...
E penso no café que nos recusas...
terça-feira, novembro 22, 2011
domingo, novembro 20, 2011
faltam-me, a vontade e a força para o fazer...
o tempo, esse eterno guardião de sentimentos, resolve à sua maneira imensas, inúmeras coisas...
os chineses dizem que quando queremos muito uma coisa que nos devemos sentar à porta e esperar por ela...
pela coisa...
o oriental espera, ou sabe esperar...
o ocidental, manda sms's, manda mails, pede ajuda aos amigos e forma mesmo alianças em jeito de troika...
os conflitos fazem parte da vida e do amor...
mas quando atingimos o ponto de lutar por alguém...
com alguém...
mesmo sendo o alguém que queremos...
é porque já perdemos para alguém...
esse alguém...
p.s. as palavras, as minhas, humildes sentimentos que para ti só conseguem ser caricias...
sexta-feira, novembro 18, 2011
terça-feira, novembro 15, 2011
Estava na praia olhando as nuvens, vendo a natureza num dos seus esplendores.
Perto da água as nuvens, eram mais cor de chumbo ou um pouco arroxeadas; a areia que me fustigava a face formava uma cortina que me separava e ao mesmo tempo me ligava ao mar como um cordão umbilical transparente para a lente da câmara...
Mais a cima as nuvens eram cor de prata oxidada, e já lá no alto brancas cor de algodão... pareciam sólidas, uma parede que me impedia de ver o sol mas que mo revelava pelo seu meio...
Olhei o mar e imaginei os deuses a controlar o mundo neste esplendor... como se quisessem forjar algo de estranho e terrível... que se esconde na tempestade que se aproxima...
Depois veio a noite e a sua escuridão que parece ter peso em mim, que é quase uma substancia palpável que me comprime e faz pensar na mulher!...
Perto da água as nuvens, eram mais cor de chumbo ou um pouco arroxeadas; a areia que me fustigava a face formava uma cortina que me separava e ao mesmo tempo me ligava ao mar como um cordão umbilical transparente para a lente da câmara...
Mais a cima as nuvens eram cor de prata oxidada, e já lá no alto brancas cor de algodão... pareciam sólidas, uma parede que me impedia de ver o sol mas que mo revelava pelo seu meio...
Olhei o mar e imaginei os deuses a controlar o mundo neste esplendor... como se quisessem forjar algo de estranho e terrível... que se esconde na tempestade que se aproxima...
Depois veio a noite e a sua escuridão que parece ter peso em mim, que é quase uma substancia palpável que me comprime e faz pensar na mulher!...
segunda-feira, novembro 14, 2011
A culpa é um dos farois que ilumina a minha estrada...
Fogo e gelo...
Noite e dia...
Amor e ódio...
Homem e mulher...
domingo, novembro 13, 2011
sexta-feira, novembro 11, 2011
quarta-feira, novembro 09, 2011
Que saudades:
- do café que há anos não tomamos,
- do beijo que nunca me deste,
- do abraço que me negas,
- das gémeas que não temos,
- de olhar teu peito,
- de querer perder-me em teu olhar,
- de querer tocar teu corpo,
- do Serralves que nunca exploramos,
Que saudades:
- do futuro que me negas e negaste...
segunda-feira, novembro 07, 2011
Envolvência
uma canção melancólica destinada à mulher ausente...
o meu grito de saudade que o tempo promete transformar em mágoa...
o mesmo tempo, que neste momento me desengana...
quero conhecer-te como um homem pode conhecer uma mulher...
e nessa conversa inaudível aos restantes milhões, a tua consciência penetrará no meu interior, como um fluxo de água morna, numa envolvência mística onde o amor e o desejo, não tem lugar, apenas a descoberta de dois seres...
essa descoberta... sim, é mais importante... enlaçando-se numa intimidade que nenhum abraço físico poderia reproduzir... e permitindo que nós, essas duas entidades completamente distintas, se unam no conhecimento e surgimento da amizade...
tenho para mim que o maior relacionamento que se pode ter é estar com alguém que gosta de nós, que entende cada olhar nosso e que não nos abandona por mais desesperantes que sejam as circunstâncias...
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O cientista e a mulher que dá o corpo em troca de "sentimentos" Estavam os dois a enamorar-se por uma escultura. Estão os dois ...





















