domingo, outubro 18, 2009
sexta-feira, outubro 16, 2009
Há um ano atrás!
Há um ano atrás, perdi a minha família. A mulher que eu amava e seu filho, meu enteado, meu filho, e com eles – pensava eu – a minha maneira de imaginar o meu futuro, a minha vida, a minha felicidade. Parecia então, que com o aparente fracasso eu estaria perdido no mundo e para o mundo.Hoje um ano mais tarde, lambendo feridas, mas refeito desse impacto, olho de novo o mundo procurando novas pessoas, tentando socializar as lágrimas de um outro Outono.
Hoje tenho para mim, que posso ser amigo e novamente amar e ser amado.
Hummm!
O que será melhor?
Amar ou ser amado?!
Sentir o pulsar do corpo, os arrepios, os sonhos, etc.. Ou a felicidade de ser amado?
Hoje procuro amizade e compreensão, hoje procuro os olhos meigos, o sorriso tímido, o feitio e desfeitio de uma e de muitas personalidades para preencher a minha vida.
Há um ano atrás perdi-me pelo labirinto da agonia e ouve uma ruiva que me resgatou.
Obrigada!
És daquelas mulheres que olhas para uma flor e sorris!...

Um sorriso terno e alegre.
E apercebi-me que gostava de ser uma flor, para te fazer sorrir mais vezes e contemplar essa tua face.
Cortejar-te?!
Claro que não! Estás a imaginar coisas…
Estarás?!
Claro que não! Estás a imaginar coisas…
Possa já não sei nada!
A lua faz-me mal!
Tenho de ser honesto, até comigo!
Quero beber as tuas palavras, como se, cada uma fosse uma pedra preciosa, e ficar com o meu olhar preso no teu, como se estivesse esfomeado, e teus pensamentos fossem um banquete.
Mas cortejar-te?!
Não sei?! Juro! Não sei!
Sei que é insensato deixar morrer sentimentos sem os declarar mas, tem de ser.
Mas declarar-me, se um dia for caso disso…
Declarar-me para quê?!
Nunca me aceitarás, direi eu como se comentasse uma infelicidade de um outro homem qualquer.
O coração é uma besta extraordinariamente impar!
Quando fecho os olhos ou mesmo quando deambulo pelo mundo, as personagens dos meus desejos desfilam e representam peças sombrias, diante de constelações de sentimentos.
quarta-feira, outubro 14, 2009
É culpa tua, esta falta que em mim existe.

O cheiro a mar envolve os teus cabelos, envolve nossos corpos.
Pensas tal como eu em fazer amor.
As estrelas são velas iluminando o nosso quarto, o mundo.
Dentro de algumas horas a geada e o orvalho suspenso nas folhas das árvores, tomará conta do nosso colchão, por algum tempo, o suficiente para nos sentirmos emboscados pelo mundo.
O sol acorda e com ele vem o cheiro a giesta e cantigas de mil pássaros acordando.
Os maiores luxos que posso ter serão o espaço, o tempo e tu.
Olho uma árvore e vejo uma urbanização turística de aves de outras paragens.
E amo a tua face serena.
Mas falta-me o barulho dos teus olhos, o sabor das tuas palavras.
O espaço, o tempo são o vazio que se instala em mim, pois existes e não te tenho.
É culpa tua, esta falta que em mim existe.
terça-feira, outubro 13, 2009
Texto a uma mulher de carne e osso! De coração mau e alma boa!
Enquanto olhas para a vida, não te esqueças, que ás vezes na vida há laços inquebráveis.
Ás vezes encontrarás em alguém, que sem se importar com o que possa acontecer, está ao teu lado.
Pode ser um familiar, o marido, um amigo ou o mais improvável dos desconhecidos.
E terás sempre a possibilidade de que a pessoa em que podes confiar, provavelmente para toda a vida, seja a pessoa que te conhece, ás vezes melhor que tu própria.
Por isso te apareci, por isso te deixarei crescer agora que estás a descobrir o caminho.
Valeu a pena ter entrado na tua vida, por este breve instante para te mostrar o que realmente é importante.
Eu sou o anjo que aparece nos dias de tempestade para mostrar às pessoas o que realmente é importante.
É na sensibilidade das palavras que se vê o futuro.
É ao lado de alguém que se descobre se vale a pena caminhar lado a lado por toda a vida ou por parte dela.
O triste é teres um coração ruim!
quinta-feira, outubro 08, 2009
quase!
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo o
que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou, ficou atrás, quem quase
amou, não amou, quem quase passou não estudou.
E penso nas oportunidades que me escaparam pelos dedos, nas chances que
perdi, por medo. Nas ideias que nunca
saíram do papel por essa maldita
mania de viver no Outono.
Sobra cobardia e falta coragem
até para ser feliz!...
A paixão queima, o amor
enlouquece, o desejo trai!
Talvez estes fossem bons motivos
para decidir entre a alegria e a dor.
Mas não são!
Pena a virtude não estar no meio termo!
Mas o nada! Esse, não inspira,
não ilumina, não
aflige, nem
acalma, apenas amplia o vazio que cada um trás dentro de si.
De nada serve cercar um coração vazio ou economizar na alma!
As palavras, as minhas palavras! Humildes sentimentos que levo a ti!
Nesse mundo especial, num castelo sem igual; o da minha imaginação!
Existia uma jovem princesa, feita de papel, onde até uma lágrima podia dissolver seus sonhos.
Também existia um trovador que cantava o amor, a par com a dor!
O trovador cantava as suas mágoas, e sem as saber, da princesa também!
O trovador cantava os seus sonhos, e a princesa sonhava, em viver os dela!
Numa terra de fantasia, existem sonhos e mágoas, Elfos e Dragões; mas, a amizade deverá ser a mágica fronteira que nos une, com um laço de prata fina, envolvendo nossos pulsos.
Jazz é a música tocada por humanos fugindo assim á tecnologia.
Melancolia em sons!
O sabre!
Um suspiro!
Uma repa que se solta
terça-feira, setembro 29, 2009
A rosa que plantei junto ao mar, já faz sombra na minha praia.

Então morri!
Comecei e recomecei, quase como, numa e de uma forma mecânica, errante dentro da máquina do meu sonho. Viciado em algo mais do que simples pétalas de rosa que cobrem o teu corpo, na minha imaginação.
Viciado nas tuas formas simples, no teu sorriso claro, nas curvas que o sol e a lua fazem na tua pele.
E nesses momentos quase como por uma fórmula mágica viciado em viciar-me nas coisas que tocas, deito-me á sombra da rosa que plantei junto ao mar.
Viver assim não dói!
Definitivamente, como tudo o que é simples.
A nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram…
Porque sofremos tanto por amor?
O mais certo seria a gente não sofrer, agradecer apenas ter-mos conhecido uma pessoa com quem nos identificamos, que gerou em nós sentimentos intensos e que nos fez companhia por um tempo, por um tempo feliz.
Sabes, descobri da forma mais dolorosa que a pior maneira de sentir a falta de alguém é estar sentado a seu lado sabendo que não a podemos ter…
A rosa que plantei junto ao mar, já faz sombra na minha praia.
sexta-feira, setembro 25, 2009
Está sol!
Enquanto dunas crescem cobrindo meus pés…
Eu teimo, endiabrado, em fantasias que, por pudor não posso revelar neste texto, ou até mesmo nos próximos, pois olhos tão belos e serenos como os teus, poderão, embalados por tais palavras, deixarem a simplicidade tão bela que possuem e perder-se nesse tão fascinante mundo, que é o do pecado.
Acordo de um sonho, onde encontrei gestos e palavras, endiabradas por insanos desejos, e húmidos segredos, e sinto-me vivo, pois, como um dia alguém disse, a vida não se mede pelo número de vezes que se respira, mas pelo número de vezes que se perde o fôlego…
Uma gaivota surge na minha janela; provocadora, insinuante, desenhando no ar um coração e levanta voo em direcção á tua casa.
Nem sempre fui sincero; para ti, para mim, para o mundo.
Ás vezes fico longe de mim e de tudo, e se morrer, fico sem dizer o que sinto, o que guardo, o que foge, e assim, porque minto…
E no dia que as luzes se apagarem, serás tu que levarei comigo, pois a vida não é um bocado, é toda a paixão.
Quando o dia amanhece, no meu sonho, existem lençóis pelo chão, cheiros e odores de uma noite, mas…
Está metade do ar, do meu quarto, por respirar… E uma lágrima acorda em mim, pois estou só e tu estás, algures, longe de mim.
Sons que me chegam, por entre gargalhadas, molhando a minha alma, a alma de poeta, que só, percorre as ruas, procurando-te, sem te encontrar.
O raio da gaivota retorna á minha janela.
Estupor!
Volta a desenhar no ar, um outro coração e desta feita, olha-me demoradamente, com um olhar critico, e pausadamente me diz que já vivi metade da minha vida; para não perder a outra metade a amar-te sem tu dizer…
Mas perdi a coragem, na última dor, no meu último desespero pois para mim um amor, é o último, é o grande amor, não querendo que termine, pois é na total entrega que descobrimos o que realmente é importante na vida.
O raio da gaivota ri-se, e essa gargalhada magoa-me… Diz-me para olhar teus olhos e te levar para um local secreto, e te roubar o beijo que mereces ver roubado.
Mas…
Em mim existem muitos mas…
É a dor que teima em não partir.
Bom dia! Está sol!
terça-feira, setembro 22, 2009
Explorador!

Não há maior ambição do que aumentar o conhecimento.
Há glória no sucesso, mas com ela vem o sacrifício que saúdo todas as noites com lágrimas.
Ao explorar o mundo, morri todos os dias um pouco.
Até onde posso ir andando sozinho não sei, mas de que me serve amar e não o ser? De que me serve sonhar e ter esse sonho tão perto?
A dor é só minha, por isso devo sofrer só… mas é tão duro…
Sinto-me mais distante hoje do que ontem e vou conviver com os resultados das minhas escolhas. Serei definido pelo meu passado e por essas decisões.
O passado pertence-me, torna-se parte do que sou.
Enquanto atravesso a vida, as minhas pegadas marcarão o caminho… ficarão para trás…
Olhas e vês o homem mas não ouves os gritos, o choro, por debaixo dos destroços de 38, 39 anos…
Já não me lembro de quantas pessoas salvei; não aprendi com esses sacrifícios, com essas decisões de me expor ao mais intimo elemento para ajudar…
E quando precisei de ser salvo…
(fim…)
segunda-feira, setembro 14, 2009
Aa canções de amor são as lamentações dos vivos!
Pensei enviar-vos belos chocolates, recheados de licores feitos por anjos…
Mas isso não serve para acarinhar mulheres tecidas por deuses e esculpidas por demos…
E foi aí, nesse momento, que descobri que a melhor forma de voz dizer olá seria escrevendo!
Não sei que homem me irei tornar pois não tive um líder ou um professor, mas a vida ensinou-me duras lições, e aqui estou…
Tentei ser outra pessoa, ser o melhor do que vocês sonharam…
Mas, possa! Os vossos sonhos são cada vez maiores…
Hoje já não se escrevem poemas, sonetos ou canções de amor…
Hoje é tudo pré-concebido.
Estamos nos HI5, nos Facebook’s, etc.,etc..
Como objectos em prateleiras de supermercados, onde basta ver os ingredientes e escolher o próximo encontro… de preferência com alguém de poucas calorias, com bom peso escorrido e sem corantes ou conservantes…
Hoje já não há trovadores, apenas alguns poucos autores…
Hoje já não há mulheres, procurando príncipes encantados…
Hoje quase todos (eu não! Mas eu sou um velho resistente J) procuramos relações pré cozinhadas e se não gostar-mos voltamos ao supermercado… da internet.
Três senhoras, três mulheres…
Obras primas do talento da natureza, invulgares, poderosas, frescas, fluidas, em impressionantes gestos e olhares…
Poderia escrever mil palavras para descrever os vossos olhares, os vossos gestos…
Mas insignificantes seriam comparadas com vocês…
Então descobri que a melhor forma de vos dizer olá seria olhar as estrelas, cometas e planetas e atribuir-lhes os vossos nomes, para que todos os humanos possam presenciar que o divino existe, em forma de três belas mulheres, três belas senhoras…
Palavras escritas e sentidas para vos dizer olá!
segunda-feira, agosto 31, 2009
A dor acompanha-me todos os dias da semana, e duas vezes à segunda.
Hoje doeu muito.
Uma ferida antiga voltou por minutos, dores, milhões de lágrimas já adormecidas, centenas de lenços de papel amarrotados pelo chão elevaram-se na minha alma.
Pensei em ti anjo ruivo.
Anjo, que me ajudas-te com a tua presença, nesse momento, em que o mundo desabava, em que tudo era dor.
Hoje essa dor voltou, por minutos, e dilacerou-me a alma.
Quando estamos sós, a dor, dói mais.
Quando estamos sós, o lamento sufoca-nos a garganta, como um grito no vazio que teima em não sair, mas que é ruidoso na nossa alma.
Até o corpo me dói, as palavras custam a sair, mesmo que de cortesia, num simples olá, bom-dia ou boa-tarde.
A dor acompanha-me todos os dias da semana, e duas vezes à segunda.
Por esta dor eu não contava; bem acho que sim…
Por esta dor eu não esperava; desejo-a à tanto tempo…
Pensei-me livre, mas a dor voltou, por horas, e agora está indo embora como uma brisa que teima em fazer-se sentir.
A dor, já não é de amor, mas de sonhos perdidos, de projectos, de ilusões e sensações.
A dor mostra-me o que o mundo já me disse à muitos anos:
- Que morrerei só como o mundo quer!
E parvo, estúpido até, penso que até para mim poderá ser possível a felicidade,
Mas, mas, mas não!
A dor acompanha-me todos os dias da semana, e duas vezes à segunda.
Hoje doeu muito.
terça-feira, agosto 25, 2009
Tudo muda!

O amor passa a ser obsessão, a zanga passa a ser ódio.
A tristeza muda para raiva, a angustia para depressão.
Tudo muda com a solidão.
Um carinho vira paixão, uma atenção amor!
Tudo muda comigo, mas continuo a olhar as estrelas como da primeira vez.
Tudo muda, até eu!
Memória!
Não podemos criar memórias; bem só se forem assentes em mentiras...
Não podemos criar o momento perfeito...
Mas esse é quando te penso...
Eu bem me digo; assente na mentira de um sonho, de um desejo...
Acho que é da idade, ou, sei lá que mais...
sexta-feira, agosto 14, 2009
Três... Dois...Um...

É esse o "segredo" e a "salvação" para a nossa covardia ou falta de vontade, ou falta de empenho, ou, ou, ou...
quinta-feira, agosto 06, 2009
Os inimigos!
Sim. Provávelmente sim.
A noite não tem rosto. Pelo menos a minha.
Nada pedi, ou pretendo pedir a Deus mas só recebo dor!
A morte, a noite, eu, tu, o mundo...
Vem comigo ao lugar onde as sombras dançam e o romance é um avido folego.
O crepusculo chama e nada é o que parece...
O crepusculo chama e podes viver os teus sonhos...
Eu não...
O crepusculo chama e vens ate mim...
Quem me dera!
quarta-feira, julho 22, 2009
Ops! O futuro!
quarta-feira, julho 15, 2009
O marido, a mulher e a outra!
Meu deus!
Já perdi a conta aos casos que vi.
Ele é com a colega de trabalho com quem se desabafa, deseja ou se ilude.
Ele é com a amiga com quem confunde sentimentos, etc., etc..
Blá! Blá! Blá!
Eu podia dicertar horas sobre isto; mas depois de um determinado tempo, se o marido não deixa a mulher ou vice versa é hora de a mulher deixar de se humilhar.
De ser magnifica e seguir em frente.
Doí! Eu sei! Já fui amante.
Crescemos, eu sei, cresci um pouco.
Mas a fuga nem sempre é a melhor solução. É mais cómoda, mais rápido se esquece mas...
Estou aqui!
terça-feira, julho 14, 2009
"O amor, é a amizade em chamas!"
terça-feira, julho 07, 2009
É um texto de vida!
Os medos surgem ao por-do-sol, sorrindo para mim.
Hoje estou pronto para amar um pouco todos os dias, muito a todas as horas e dolorosamente em todos os segundos; pois só assim o amor é imenso.
E deambulo pelo mundo, esperando por uma revelação, ou por alguém que conheço desconhecendo, ou irei conhecer, num novo tempo, numa nova revelação interior, ou simplesmente num embate num cruzamento, ou junto a uma prateleira dum qualquer supermercado, ou tão simplesmente, sendo agarrado pelos colarinhos, abrindo-me dessa forma os olhos para a "tua" presença.
Hoje olho com ternura as minhas dores. Com ternura uma ova! Olho com grande amargura para elas, pois se crescer é isto, eu ainda nada aprendi da vida a não ser a dor, e com essa dor, magoei, tornei-me frio, distante, impulsivo, arrogante, generoso, meigo, mas sempre mau.
Escrever, é muitas vezes exorcizar a alma, ou um grito para que alguém nos ouça, ou tão simplesmente nos compreenda, ou até e quiçá nos ame um pouquinho.
Escrever é uma obra, um temporal, um paraíso...
Eu, sou o anjo que aparece nos momentos de tempestade, para mostrar a esse ser que me tem por amigo o que realmente é importante!
Eu gero, proactivamente (possa! palavra gira! que quererá dizer?); volto a repetir pois soa bem. Eu gero, proactivamente sentimentos disformes. Eu apareço nessas vidas para:
dizer, explicar, denunciar, apaziguar, embelezar, para criar experiências, para potenciar expectativas, para catalizar, para mediar, para ocultar, para socializar, e... para gerar tantos efeitos e emoções como mais ninguém possa ter gerado num ser de uma forma tumultuosa e em simultâneo...
Talvez assim eu consiga ser feliz, estando um tempo na vida de alguém gerando emoções e partindo antes de ser magoado, ou incompreendido, ou sei lá que mais.
É um texto de vida! Para quem me queira.
Acordei com saudades da minha bola de cristal! Onde te via nua!...
Essas que sempre me deram respostas honestas, e por tal as abandonei?!
Pois para ver a dolorosa tristeza, antes do tempo, mais vale me iludir com uma frágil alegria.
Encontrei-as, na sua caixinha, e olhei-as demoradamente até que as abri, e as deitei por duas vezes.
De forma simples me falaram...
Guardei-as, pois, o que me disseram, eu não queria "ouvir".
A noite veio, a terra ficou preta mesmo com os esforços da lua.
As cartas vibram na caixinha, esperando ser novamente consagradas para exercerem o seu fim.
Preciso do ventre para as ler...
sexta-feira, julho 03, 2009
Tremendamente triste!
O que tem o RX a haver com a armadura? Não sei! Mas pareceu-me bem, quando o pensei.
Um leopardo não muda as suas manchas de um dia para a noite, mas eu cresci nos últimos anos.
Falar contigo...
Normalmente numa conversa fala-se, mas comigo isso nem sempre é preciso ou necessário.
A presença, um olhar, um toque de dedos, dão confiança, perdoam, mostram carinho, medo ou estima.
A dor, também se mostra num olhar, embora eu; nisso seja fraco para avaliar.
Magoei-te!
Se eu pudesse corria já para perto de ti, abraçava-te beijando as tuas faces em busca de um perdão, que não mereço pois magoei-te, num gesto irreflectido, numa tentativa vã de te poder ajudar, não sabendo nada de ti, e sabendo-te mal.
Errei!
Melhor afastar-me pois só faço mal na minha busca do bem.
Mas adoro-te como já não se adora à face da terra, quero-te de tal forma bem, que até o mais cruel dos crueis sentiria ternura, pois és um sonho.
quinta-feira, julho 02, 2009
Eu...
Quando se ama.
A vida é muito curta para evitar-mos roubar um beijo!
Quando o desejo enlouquece todas as nossas células!
A vida é muito curta para não nos abraçar-mos!
Quando sentimos falta do calor do outro!
A vida é muito curta para para a tristeza!
Mas ando tão triste!
terça-feira, junho 30, 2009
O destino decide as pessoas que vamos encontrar na nossa vida....
Olá! Entrei na tua vida num momento do passado, do meu...
Triste como sempre, disfarçando as magoas, com sorrisos de de boca aberta, para não ferir os lábios...
Apareceste com um pouco de tudo, ajudando-me a limpar as lágrimas, deixando que o sufoco dos dias, se sucedessem sem tanta dor.
Sabes como um dia li, como um dia disse. Já não há valorosos cavaleiros que percorram o mundo á procura de princesas para as salvarem.
Os dragões andam à solta, os malvados escondem-se num sorriso, ou num olhar cruel, sem disfarçarem que são maus.
E eu? Que sou?
Acho que bom, bondoso, com face serena, bolachuda, inspirando essa confiança, que lamentavelmente ainda não existe em ti.
Mas lutarei por esse momento, por esse dia!
Beijos
quinta-feira, junho 25, 2009
Acordei de um sonho!
Apertei tua mão contra o meu peito, enquanto o sonho partia, e eu acordava.
Fundimo-nos num orgasmo, agarradinhos um contra o outro, com os fluidos dos nossos corpos dizendo-me que o sonho foi real... pelo menos o meu, pois tu, triste imagem a diluir-se é medida que eu acordava, te foste.
Pele com pele, sexo com sexo, explodi contigo, num segundo vi tudo.
Acordei de um sonho!
Adormeci e sonhei!
Engraçado apareceste no meu sonho, magnifica como sempre te vi.
Agarraste-me pelos colarinhos e disseste: - És meu!
Como dois loucos no seu último delírio fizemos amor, bebemos champagne, fizemos amor, choramos, gritamos, e fundimo-nos na noite, acordando com o ar da manhã nos nossos corpos...
Sempre sonhei esse gesto de ti, mas nunca o esperei...
Mas no meu sonho. terra de infinitas maravilhas, descobri a felicidade em ti; na nossa noite ,que nunca me darás, na vida que nunca teremos, mas fui feliz, tão feliz!
Agora sempre que queira esse especial momento contigo, entrarei na terra dos sonhos e esperarei.
Talvez um dia apareças novamente, talvez arrisques comigo por um tempo ou por todo o tempo, aqui, na Africa, na Asia, na Australia, na Lua, na, na... em qualquer lugar do mundo desde que eu esteja contigo estarei bem.
Louco sonho, feliz fantasia, triste realidade...
Sou assim!
Imenso
segunda-feira, junho 22, 2009
Um tudo nada de nós!
Hoje é dia de angústia!
Estás triste, estou triste.
E lado a lado poderíamos estar tristes mas menos sós.
E tanto poderíamos chorar, como sorrir, mas seriam lágrimas partilhadas e sorrisos a dois.
Tanto me poderia reconfortar em teus braços, como tu nos meus.
Nos teus, eu confio. Pois confio na mulher, que se fez magia num céu de nuvens negras, á meses atrás.
Sim definitivamente em ti eu confio.
Acalmas-me!
Possa!
Isso nunca me aconteceu.
Uma pessoa.
Uma mulher, a acalmar-me. E isto tudo sem eu a conhecer, um autêntico mistério de uma beleza imensa.
Sabes, ao lado de alguém é que sabemos se vale a pena percorrer o caminho da amizade ou o caminho do amor.
Ao lado de alguém descobre-se, ou não, a química, que nos permite atravessar os anos de mãos dadas, e de olhos, nesses sentimentos, ora de amor, ora de amizade. Juntos poderemos ser o apoio, o suporte moral um do outro.
Eu existo neste momento só para te ajudar, só para estar a teu lado, a percorrer na sombra a tua dor, a rasgar alvoradas sempre que me quiseres a teu lado, vendo o por do sol ou o seu nascer, conversando com a lua, e, com as gaivotas enquanto comemos o primeiro pão da manhã. Claro que os meus dedos ficarão lambuzados, de manteiga. E que se for preciso até eu farei esse primeiro pão.
Tudo, mas tudo, para te ajudar, a seres e a ficares feliz, pois tenho para mim que mereces, tenho para mim que a dor… a tua por algo ou alguém que te merece ou ama, ou não te merece e amas ou, ou, ou…
Digo e repito o que uma vez disse, parvo do homem que ames e não te ame, e burro daquele que sendo amado por ti te deixe ir…
A amizade, a minha, é aquela em que percorremos a areia branca na mais deserta das praias.
A amizade, a minha, é aquela em que percorremos o mais tumultuoso dos bairros da distante índia, olhando o taj mahal.
A amizade, a minha, é aquela em que te limpo a primeira lágrima do dia, e escondo a última da tua noite para que ninguém te veja sofrendo.
Até que seja percorrido esse caminho, onde a tua desconfiança será a nossa confiança, onde poderás descobrir que sou imenso, mesmo triste e desolado, pois nesse caminho estarei bem; na ajuda eu recupero as minha s forças.
Até te descobrir, nunca ninguém me tinha perguntado se estou bem, nessa altura até a S... e o P... se passaram pois nunca me tinham visto na lama.
Se for preciso, vou hoje mesmo contigo para onde queiras fugir, de ti, ou do mundo, estando em companhia de alguém que jamais fará algo para te magoar de forma premeditada.
A noite trás a lua. A lua, eterna amiga, trás a tristeza e a solidão, e é nesses momentos que as veias doem, é nesses momentos que o coração descobre que não aguenta mais a tristeza.
Nesses momentos, sabe que existo, e estarei presente para ti para sempre. Há vinte anos que o faço com a S..., á perto de vinte que o faço com o P...
Só te prometo fazer enquanto me quiseres na tua vida.
Sofia estou aqui e estarei para ti.
Com ternura…
As palavras, as minhas. Não!
Melhor!
Todas as palavras, tem uma história, e fazem a história.
A minha, a tua, a nossa e a de milhões de vidas contadas em milhões de histórias, dentro da história do nosso mundo e de muitas em mundos separados, juntos ao meu.
O peso das palavras é o peso das emoções que lhes atribuimos, o peso que a história fez e com que se fez, e que as palavras contibuem.
Ufa!
Tanta palavra, tanta história!
Emoções, as minhas. Não! Melhor!
Todas as emoções, tem sensações, e as sensações fazem parte das emoções.
As minhas emoções, repletas de sensações num mundo fechado. O meu!
Partilhado ás vezes, poucas vezes, e muitas vezes, quase nunca!
Frio! Calor!
Uma boca húmida, pelos lábios que teimas em não me dar e que eu não pedirei pois temo, e temo á tanto tempo.
Palavras que descrevem as minhas emoções.
As histórias do mundo andam confundidas e fazemos história, não as querendo na nossa história!
Olho a tela vazia, e as tintas teimam em secar nos meus dedos.
O vermelho, o verde, o azul, o amarelo, novamente o verde e por fim o preto.
A tela branca é a melhor das imagens na minha história.
As tintas secas nos meus dedos poderiam ter contado emoções e sensações em quem as olharia e de quem as transmitiria.
Desconheço-te, não te conheço.
Bem, palavras...
O que eu queria mesmo era conhecer-te como se pode conhecer alguem que nos quer contar a sua história, cheia de palavras, emoções e sensações.
As palavras, as minhas. Não!
terça-feira, junho 16, 2009
domingo, junho 14, 2009
Concede-me esta dança...olhares apostos...coração acelarado...
Acordei depois de um sonho.
Sonho que não manipulei, e, que me trouxe a magia do que sempre quis.
No sonho, estava-mos numa tasca num país da américa latina...
O cheiro a charuto, os velhos e os novos olhando-nos, rindo da minha tentativa vã de querer aprender a dançar...
Tango.
Vestias um longo vestido, justo a um corpo de curvas e contracurvas...
A saia transmitia pecado na sua longa e vasta racha.
Mas eu heroicamente luto para que os meus pés, o meu corpo te domine.
Pois é essa a essência do tango.
O domínio do homem sobre a submissão da mulher.
Mas sou eu, o dominado!
Acordei, nada de mais se passou no meu sonho.
Agora relembro o vestido vermelho!
Bem...
Uma rosa para ti, também ela é tango!
Estranho mundo este!
Estranho mundo este, onde as minhas lágrimas se diluem quando me acalmo olhando teus olhos.
Estranho mundo este, onde eu não sabendo nada de ti, fico feliz que saibas coisas de mim.
Deixa-me menos só.
Estranho mundo este, onde andas de saias e te olho fascinado.
Estranho mundo este, onde paro a olhar as dunas, onde ouço um jazz e penso que gostava de
falar de tudo e nada só contigo.
Estranho mundo este, onde serias a mulher de sonho, e podes ser o sonho de uma amizade.
Estranho mundo este, que me magoa todos os dias, e querendo partilhar essa dor contigo,
não posso.
Estranho?!
É o meu mundo, já deveria estar acostumado.
Mas sou feliz tendo-te por perto e tão longe de mim.
Obrigada por existires.
Meu doce anjo.
quinta-feira, junho 11, 2009
Moçambique, Madagascar, Costa Rica, Austrália...
Imagino-me a entrar num avião cheio de projectos e sonhos, viajando para um destes países, onde o sol bate na face e a pele sabe a sal do mar...
Imagino-te ao meu lado trabalhando comigo para nós; ou pescando, ou trabalhando num bar, junto ao mar, ou, sei lá...
Desde que me pudesse sentar todos os dias a ver o por-do-sol e adormecer olhando um céu estrelado...
Quem és tu que correrias esse risco, junto a mim?
O de uma vida simples mas feliz, com pouco ou nada, mas com a areia nos pés, um sorriso nos lábios, vestida pelo sol e pela lua, numa praia de sol e tentações mil, mas só minha e eu só teu...
Numa vida, a nossa!
Imagino um dia as crianças a ouvir as nossas histórias.
Imagino-me a acordar no calor da noite e a olhar a tua doce face.
Imagino-me a viver os teus sonhos, com um livro na mão para os escrever, e uma maquina fotográfica para os imortalizar.
Imagino-te e não sei quem podes ser, ou que eu gostaria que fosses.
Moçambique, Madagascar, Costa Rica, Austrália ou sei lá bem...
Desde que fosse num areal e lá estivesses...
quarta-feira, junho 10, 2009
Eu
Como um sonho a quem deste realidade.
Chorarei por esta amizade, com saudades de uma vida inteira, ao nascer do sol, com o grito do galo.
E..., se um dia não vier aos meus olhos a luz do sol, voltarei só para te ver.
Para levar para o meu eterno repouso, a luz dos teus olhos.
Leda melodia, triste canção há muito esquecida pelos homens.
Hoje já não se morre por a...mizade; já não se grita ao vento, espalhando as cinzas do desejo...
Gritam-me as estrelas!
- Não sei da minha amizade!
Perco-me nas noites, de agonia, em agonia; de sonho em sonho.
Esperando... pela tua amizade.
Na vontade de mudar acordo todas as manhãs, levarei provavelmente uma vida inteira, ou talvez só uma noite, com esta minha vontade de ser diferente...
Certa vez conheci uma garça branca que escutava a melodia do pôr-do-sol.
Sabes, aquele momento em que o sol toca as águas do mar...
nesse preciso momento solta-se uma melodia apenas audível aos puros de espírito...
O leão pára, enfeitiçado pelo momento.
A lua envergonhada não sabe, se deve, ou não, comparecer à reunião.
Os homens continuam não sabendo que mais um dia, mais um fim...
Adormecemos nus junto ao mar embrulhados num cobertor onde a chuva teima em entrar.
Acordei só, triste, procurando a tua boca no vazio, pois é o que me resta...
Então por um momento descobri que não tinha frio nem calor.
Que não tinha fome nem sede, pois a imagem do mundo não era mais do que a imagem do meu céu...
Olhei as tuas lágrimas enquanto me deitavas uma rosa no meu cobertor...
de... mármore.
Quis-te dizer que sejas feliz para todo o sempre, e por isso tenho que ser apenas mais um fragmento da tua vida...
Bom dia!
A rosa que deixaste junto ao meu cobertor, cresceu e ganhou raizes...
Anos mais tarde quando me visitas-te floresceu só para nós por breves instantes...
As crianças corriam alegremente pela floresta envolvidas por doces sentimentos, ondas do mar sobrepuseram-se à nossa música e por um momento fui novamente teu...
Então uma voz chamou-te. Voltas-te para o aconchego do teu lar...
A roseira murchou e eu voltei a adormecer.
Eternamente
sábado, junho 06, 2009
Caminhei.
Olhei as gaivotas que serenamente, olhavam o mar, que teimosamente batia na areia, uma e outra vez.
- Tolo!
Dizia a gaivota mais velha.
- Quando vais aprender que ela não te quer. Que ela precisa das tua atenções, do teu carinho, da tua solidão num mundo que ela conhece tão bem. Quer esteja envolta em cimento ou no fundo de um aquário.
- Inteligente!
Diz a gaivota, ao lado da primeira. Marido desta. Por sinal mas mais ponderado.
Ela não o quer, ela não o ama; mas sabe, que por ela ele faria tudo. Assim sendo mantêm a chama acesa, pois a solidão de amar sem ter é pior, que gostar sem perder.
Esta discussão; mais uma, entre as gaivotas é observada de longe por um pescador, que sofrendo de amor, sente a dor do mar.
Este quadro é admirado por mim, que sabendo da tua dor, também sofre por amor, e mesmo não te tendo, prefere renegar o seu amor a perder-te devido a ele...
Quem serás tu na minha vida?
Perder-me por amor, não te podendo amar, mas podendo olhar-te de soslaio, com os olhos húmidos, sonhando o fresco verde em teu ventre, o verde luar, da cor da primavera, da cor do teu sonhar.
As gaivotas continuam a eterna discussão do amor, o sol aquece a minha pele, o gato dorme na janela, o cão fareja o ar, cheira-lhe a amor, enroscado em folhas de papel por ler.
Sonhos no rubro da tua face, meiguices, e mel, o fresco verde da primavera em tua alma.
Eu abandono a praia com a pele a ferver, com o riso no canto da boca, um riso nervoso pois não te vi.
Um riso de lua molhado.
Um riso verde de primavera.
sexta-feira, junho 05, 2009
Beijo. Elefante no capim!
Estando só eu estou contigo.
O sol que acaricia a tua face, bate na minha.
Tudo está ligado a tudo, estamos ligados aos amigos bem como aos inimigos.
Um átomo está em constante movimento logo não está em um lugar especifico, mas numa área especifica, mas ligado a tudo.
As células são feitas de átomos, o meu corpo é feito de células, logo estou em constante movimento não estando numa área especifica.
Logo os meus movimentos estão em constante movimento, em constante mutação!...
Engraçado mas a dor, é constante, a solidão também.
Com tantos milhões de células e biliões de átomos a puta da minha solidão tinha que estar parada ao contrario do átomo.
Bom dia!
quarta-feira, junho 03, 2009
O aplauso de uma mão!
A vida é uma sentença madrasta, mas tenho que a recuperar.
As minhas lágrimas parecem-me estranhas, como se alguém as sussurrasse ao meu ouvido.
Asas de anjo!
Voando num vestido preto.
A minha, a tua solidão, são a tua, a minha força dia-a-dia.
Sempre fui forte, desprezando o amor, ficando-me com o desejo – e um filho que tenho não tendo.
Dá uma flor ao sol e ela abre-se, dá-me a confiança e ser-te-ei fiel.
Olha a janela da alma! Nela encontras o mundo e o inferno perdido. Se a olhares profundamente poder-te-ás ver.
O aplauso de uma mão é uma criação humana, um objectivo simbólico.
Num aplauso de uma mão, podemos ser poemas, músicas, esculturas, alegrias, sonetos e até a lua!
No aplauso de uma mão, os sentimentos são únicos, não se podendo produzir em série.
O aplauso de uma mão é feito para perturbar, os sentimentos tranquilizar.
É incontestável, que o aplauso deve conter um valor, um resultado excepcional, num temperamento impar.
Há uma resposta no início da pergunta!
O estalo!
terça-feira, junho 02, 2009
02062009
Sorrisos de crianças.
Margaridas, rosas e violetas.
Acordes de violino em cordas de piano.
Gostava de ser aquele falcão, que voa pelo mundo inteiro, cavalgando a onda do teu cabelo.
Conspiração!
A linguagem do silêncio é difícil de se ouvir!
É uma linguagem de dor ou de amor,
de fantasias ou de horrores,
de silêncios nefastos ou de dores lancinantes.
Sabes na amizade ou no amor se me agarrares podes nunca me ter.
Se não me agarrares podes perder-me.
Um dia alguém disse, que as cartas de amor são arte feita com sentimentos de vida!
E a vida será um sentimento com arte?
Olho para ti enquanto passas serena.
Quem és?
Não sei!
Sinceramente não sei, pois és e serás aquela que irei amar!
Quando?
Não sei!
Não amo!
Mas desejo!
Desejos de milhões de células, embriagadas por ti, por ela, por aquela...
E choro, canto, danço até que afugentes minha solidão.
Só pretendo ser feliz, entrar na tua, na dela, na deles... vidas...
e ser verdadeiramente feliz...
quinta-feira, maio 28, 2009
domingo, maio 24, 2009
Este blog já tem uns bons anos!
Ah o amor...
Ah o amor...
Que sentimento é esse que só devia ser "dado" as grandes
pessoas que sabem o que realmente significa essa palavra tão forte...
Mas, não... os burros amam, os tolos amam, os palhaços amam, até
os ignorantes amam... (ou pensam que amam).
Amor... as vezes nos engrandece e em outras nos deixam tão pequenininhos...
as vezes nos faz chorar em outras nos deixa rindo á toa
as vezes nos faz ter ódio, perder a fome, o sono...
as vezes nos faz sentir o pior dos homens
em outras o melhor e mais feliz de todos...
Eu não queria amar, vejo o amor como uma coisa ruim
que atropela a gente de vez em quando, mas o que seria
de mim simples mortal de passar por essa vida sem conhecer
o verdadeiro sentido desse sentimento...
as vezes tão injusto, tão falso, tão demolidor...
Desculpa... sei que esse desabafo é a razão do meu blog
mas eu preciso "gritar"...
Não estou nos meus melhores dias...
Um texto antigo!
Crescer
Crescer é amar-te.
Sonhar com um tempo que acabou por vir.
Sonhei com esta versão de mim. E ter-te é excelente, e estou aqui para te lembrar que temos um caminho, e não é justo não fazer parte dele pois dei-te alguma alma.
Odeio as amarguras da vida e desejo fazer amor contigo.
E estou aqui para te relembrar que seria injusto afastares-me.
Ví uma criança com lágrimas sujas pela vida triste que levava; ví essa mesma criança erguer-se e sonhar mais alto, querer a luz que conheceu nos olhos tristes de uma mulher maravilhosa e, e sonhou.
Cantar às estrelas, é ver-te nelas.
Cantar à lua é querer-te nua.
Cantar à vida é sonhar com a realidade que me dás.
Mulher eu, eu que te tenho, não te quero perder.
E, e és tu que me ajudarás, que terás o sacrifício da descoberta e do ensinar.
Eu, apenas maravilhado te seguirei e serei sempre eu; aquele que um dia te descobriu quando estavas tão sossegada no teu mundo, no teu cantinho.
Descobri-te num olhar, numa palavra, num desejo encoberto pela estranheza de poder ser eu aquele que te relembaria o que é ser mulher.
E fui-o, serei eu, indagarás para sempre; será possivel um doido infantil provocar-te a mais maravilhosa das sensações, a de ser mulher, a de ser amada, a de se realizar num beijo, num abraço ou na simplicidade de ser mãe.
Eu, o inigualável. Amo-te por seres tu, sómente tu.
Amo-te.
O Anjo da desilusão!
O Anjo está aqui!
Um anjo não aparece aos humanos na sua forma mística ou espectral.
O anjo toma a aparência de alguém que é vizinho, conhecido,
amigo ou um qualquer e perfeito estranho...
Que cuida de quem precisa.
O anjo é aquele que pode compreender as tuas dúvidas e as tuas tentativas,
levando-te à estrada da salvação.
Esse anjo encarnou em alguém que conheces...
Onde quer que estejas fica sabendo que estou aqui!
sexta-feira, maio 22, 2009
Au! Au! Miau! Miau! Time! Tempo!
Imobilizado entre dois sois, vejo o contorno da minha silhueta marcado num espaço que desconheço.
Lá no alto um relógio astral marca as horas, que não estão certas nem erradas, pois são apenas horas.
Imobilizo-me, e deixo passar a felicidade na sua ronda diária, na esperança que ela hoje não me encontre, para não deixar na minha boca o seu gosto, e depois eu voltar a redescobrir o azedume da dor…
Ao longe uma estrela faz-se notar. Porquê não sei. É pequenina, é azul! Estranho uma estrela azul!
Estranho porquê?
Só porque eu não conhecia uma estrela azul?
Essa pequena bela estrela, dança endiabrada no meu céu.
Hummm!
É gira e passo horas e vê-la feliz, tão longe de mim, feliz mesmo solitária no seu firmamento.
Voltando a mim, que escrevo estas palavras pensando na “minha” estrelinha, penso em mais um dia, mais uma pequena aventura no mundo que chamo esperança.
E penso naqueles que me olham, em três pessoas que me estimam e não me querem ver triste; como gosto dessas pessoas, como as estimo e adoro.
Au! Au! Miau! Miau! Time! Tempo!
Diversas formas de dizer o mesmo, em línguas diferentes.
Todas elas belas e melodiosas, todas elas puras, como a pureza de ti que navegas no oceano de esperança, que mergulhas tendo como companhia a água, o silêncio ruidoso do mar, e vês aquilo que tenho medo.
Au! Au! Miau! Miau! Time! Tempo!
Diversas formas de dizer o mesmo, em línguas diferentes.
Todas belas e melodiosas, como a doce loucura de ti que viajas a 280 quilómetros por hora montado no teu corcel preto, tendo por companhia a paisagem que teima em se afastar a um velocidade furiosa.
Au! Au! Miau! Miau! Time! Tempo!
Diversas formas de dizer o mesmo, em línguas diferentes.
Todas elas belas e melodiosas, como a sensação que experimentas quando pintas uma tela, e que tão bem conheço, sensações de calma ou desespero, de excitação ou ternura, quando dela sai uma ruiva, ou misturas de cores num oceano de prazer.
Au! Au! Miau! Miau! Time! Tempo!
quinta-feira, maio 21, 2009
Palavras!
Todas as palavras, têm uma história, e fazem também a história. A minha, a nossa! A de milhões e milhões de vidas contadas em milhões de histórias, dentro da história do nosso mundo e de muitas em mundos separados, juntos ao meu.
O peso das palavras, é o peso das emoções que lhes atribuimos, o peso que a história fez e com o que se fez, e que as palavras contribuem.
Ufa! Tanta palavra, tanta história!
Emoções, as minhas, não! Melhor!
Todas as emoções, têm sensações, e as sensações fazem parte das emoções.
As minhas emoções, repletas de sensações num mundo fechado; o meu!
Partilhado às vezes, poucas vezes, e muitas vezes quase nunca!
Frio! Calor! Uma boca húmida, pelos lábios que teimam em não me dar e que não pedirei pois temo, e temo á tanto tempo, que já não tenho palavras que descrevam as minhas emoções para tentar fazer a nossa história!
As histórias do mundo andam confundidas, e fazemos história, não as querendo na nossa!
Olho a tela vazia e as tintas teimam em secar nos dedos.
O vermelho, o verde, o azul, o amarelo, novamente o verde e por fim o preto.
A tela branca é a melhor das imagens, na minha história. As tintas secas nos meus dedos poderiam ter contado emoções em quem as olharia, e de quem as transmitiria.
Desconheço-te, não te conheço; bem palavras.
O que eu queria mesmo era conhecer-te como se pode conhecer alguém que nos quer contar a sua história, cheia de palavras, emoções e sensações.
Quem és tu?! Mulher em meu coração, que teima em não se deixar conhecer em minha alma, para eu poder ser feliz junto a ti.
Será que existes? ou és produto do meu desejo, da minha esperança, do meu sonho?...
Até te descobrir em mim, desejo conhecer e integrar-me em vários mundos e tentar ser feliz.
Acho que até eu poderei!
domingo, maio 17, 2009
Triste! Magoado! Revoltado!
Tentavas ficar imóvel, cada vez mais tempo para evitar que as lágrimas te descobrissem, ou, encolhias-te e fingias ser uma pedra para teres a resistência que precisavas.
À noite enroscavas-te como se quisesses ficar invisível para o mundo.
Mas...
Eu apareci, na tua vida de uma forma intromissora; contra a tua vontade, e lá te foste entregando... por necessidade.
Socializei-te as lágrimas e reconheci nas tuas, as minhas.
Tentei percorrer ao teu lado todos os meus medos, e mesmo não te podendo dar a mão, dei-te algo especial, e continuei, sempre, e, sempre. Nunca desistindo, pois sou imenso.
Desconfiavas e entregavas-te, querias uma declaração de amor,(mesmo quando...) e, só, recebias apoio.
Querias afastar-te e aproximavas-te, todos os dias respirando o mesmo ar que eu, chorando as lágrimas que já foram minhas num passado recente.
E eu, teu anjo da desilusão, olhava para ti, todos os dias querendo abraçar-te, encher tua face de beijos e dizendo-te que o mundo espera por ti.
Hoje vejo a menina que se fez mulher a meus olhos, a menina mulher com olhos de lua!
Contigo sonhei rasgar alvoradas falando de tudo e nada, comendo o primeiro pão da manhã, com a manteiga escorrendo pelos dedos.
Mas só passei noites em claro apaziguando as tuas lágrimas!...
Contigo sonhei, chorar e rir nos teus braços, dançando à lua cheia, tendo por palco o mundo!
Mas só passei noites ouvindo teu desespero, teus gritos e choros!...
Ao cresceres, cresci um pouco, e a minha solidão atenuou-se. O meu céu alargou-se um pouco.
A menina que se fez mulher e que jamais eu deixaria chorar sozinha, foi-se como uma tempestade, deixando marcas, numa alma impreparada.
Desolado, triste, magoado, revoltado, escrevo estas palavras.
Durante dias e dias, noites após noites, estive a teu lado.
Agora sinto-me usado.
Nunca quis uma amizade no local de trabalho!
Mas a minha primeira deu resultado! Fez-me e faz-me um bem incompreensível, acalmando todos os poros do meu corpo.
Também por ela, me atingias, com comentários simples mas insinuosos.
Com ciumes, descabidos por um anjo que me reabilitou para a vida sem perguntas ou comentários...
Bastou-lhe existir...
Hoje volto ao meu castelo, as outras amizades que pensava construir, fechei-as no baú de uma ilusão, não vá eu sofrer outra vez.
Meu anjo será sempre, embora eu não possa estar com ela, mas será sempre meu anjo!...
jotó
terça-feira, maio 05, 2009
Amigos!
Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, das descobertas que
fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que
partilhamos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das vésperas dos finais
de semana, dos finais de ano, enfim... do companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.
Hoje não tenho mais tanta certeza disso.
Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum
desentendimento, segue a sua vida.
Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nas cartas que trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
Aí, os dias vão passar, meses... anos... até este contacto se tornar cada
vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo...
Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão: "Quem são
aquelas pessoas?"
Diremos... que eram nossos amigos e... Isso vai doer tanto!
-"Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos da minha vida!"
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...
Quando o nosso grupo estiver incompleto...
Reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo.
E, entre lágrima abraçar-nos-emos.
Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vida,
isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo...
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida
passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes
tempestades...
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os Meus
amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!"
"Fernando Pessoa"
Um dia! Mais um!
De um consciente amor… a uma pobre ilusão…
Actos infames de um homem estranho numa noite que foi ou poderia ter sido…
Rasgar alvoradas desde o início dos tempos numa conversa sem fim, aguardando por gentis palavras, gritos de crianças, gaivotas, milhafres, cucus e cotovias…gritando á lua palavras de amor, sentimentos de tudo e nada…
Passeias pela areia molhada, com uma t shirt branca lavada em lágrimas, de uma noite que poderia ter sido a nossa…
As crianças estão agora a dormir, como gentis anjos, que de manhã se transformarão em doces diabinhos…
Uma flor, duas flores… três dias da nossa vida…
Uma aliança, de pétalas de rosa, de branco ouro, enfeitada de corais, esmeraldas, safiras e rubis… de sonhos de tudo e nada…
Olá mundo cruel, desculpa eu não mudar…
Margaridas enfeitando a nossa casa, margaridas gritando tropelias pela casa, assustando os pássaros, as árvores do nosso pomar…
O sol acorda-me indo já alto e eu espreguiço-me, testando todos os músculos, todos os ossos, todos os sonhos…
O jantar na mesa…
Um ano, dois, dez, a nossa vida…
Envelhecer-mos juntos olhando o passado, acariciando os netos…
Longas amarguras, tristezas, discussões… valeu a pena, diremos…
E este foi… ou poderia ter sido…
O meu, nosso sonho…
Feito realidade…
Em nós…
Todos os dias morre um amor!
Quase não nos percebemos mas todos os dias morre um amor. Ás vezes de uma forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina. Ás vezes melodramaticamente, com direito a palavras vexaminosas, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos. Morre sem um beijo antes de dormir, sem mãos dadas, sem olhares compreensivos, com um gosto salgado das lágrimas nos lábios. Morre depois de telefonemas cada vez mais espaçados, diálogos cada vez mais resumidos, de beijos cada vez mais gelados…
Alguns morrem por medo do desconhecido, medo do que pode ser novo, medo de doer depois, medo… medo…medo…, covarde medo. Medo até de que seja tão bom que não se vai aguentar perder no fim. Outros por comodismo de nem querer conhecer se aquele amor é amor mesmo, ou somente carência. Ou pior, o comodismo de não se mexer na coisa para não obrigar a ter que tomar novos rumos na vida.
Deixa morrer que é mais fácil!
Todos os dias morre um amor, embora nós, românticos mais na teoria do que na prática, tenhamos relutância em admitir.
Pode morrer como uma explosão, seguida de um suspiro profundo porque nada é mais doloroso que a constatação do fracasso, de saber que mais uma vez um amor morreu. Porque, por mais que não queiramos aprender, a vida sempre nos ensina alguma coisa!
Esta é a lição: qualquer amor pode morrer! E todos os dias, em algum lugar do mundo, existe um amor sendo assassinado. Existem também amores que clamam por um tiro de misericórdia: ainda estão juntos mas comportam-se como um cavalo ferido, à espera de ser sacrificado.
Existem também os amores fantasma, aqueles que se recusam a admitir que já morreram. São capazes de perdurar anos, como mortos-vivos sobre a terra, teimando em resistir apesar das camas separadas, dos beijos frios e burocráticos, do sexo sem amor (se houver). Esses não querem ser sacrificados, mas irão morrendo aos poucos. Mas eu, quase já desistindo da minha busca, pude ainda encontrar uma outra classificação:
Os amores vencedores! Aqueles que apesar da luta diária pela sobrevivência, das infinitas contas para pagar, da paixão que decresce com o decorrer dos anos e das brigas que não levam a nada, ressuscitam das cinzas e revelam-se fortes, pacientes e esperançosos. São de uma beleza tão pura e rara que parecem lendas. O que esses poucos vencedores falam é que esse amor foi suado, trabalhado, bem administrado nas centenas de vivências do quotidiano. Não é um prémio da lotaria, nem sorte nem magia. É simplesmente o resultado concreto daquilo que foi um relacionamento maduro e crescente entre duas pessoas.
Se tens um amor, trata-lo, como uma coisa preciosa… não deixes morrer ou morrerás um pouquinho também.
quinta-feira, março 26, 2009
Bom dia! Olhos de lua!
Todas as lágrimas da minha face revelam as histórias da minha vida, histórias que se esvanecem ao fim de uns segundos; mas que se sucedem umas ás outras, perdendo-se na imensidão dos raios de sol ou de lua conforme o momento, e o dia.
Histórias que se perdem pois não tenho quem as ouça; e ás vezes só saber que alguém ouve faz-nos bem á alma.
Com o advento da idade descobrimos que somos mortais, que não somos os super-homens ou super mulheres, dos nossos vinte anos…
Contigo e em ti; com um olhar aos teus olhos, fidelizei-me somente na sua luz, e nesse êxtase de pureza, de mistério, de rebeldia, de tristeza, de lágrimas feitas mulher num sonho esvanecido me fixei.
Por isso estou aqui, dia após dia para te mostrar um dos segredos da vida.
Aquele que dorme deve ser acordado.
Do teu anjo da desilusão.
Beijo meu doce!
P.S. Espero-te bem
segunda-feira, março 23, 2009
A mim!
E as nuvens?
E a alma?
E o nada?
A que sabe o desejo?
E o olhar?
E o pensamento?
E o grito?
O que sente a lua?
O que sente o mar?
O que sente a areia nos teus pés?
O que sente o ar nos teus cabelos?
Sentimentos escondidos, palavras contidas, desejos do profano carnal.
O que sente a morte?
E a bala na carne?
E o infame?
E a lágrima?
Eu!
Hoje é o dia! Anjo com face de lua!
O que doi mais?
Feridas novas e dolorosas, ou velhas chagas mal curadas?
Quais as que nos ensinam mais?
Esse falso desejo que a tua vida vai mudar é uma fuga para a frente.
Para, a tua vida mudar, precisas de tomar uma atitude aqui e agora!
E é sempre agora!
Estamos sempre no agora!
E não te adianta tentar fugir do agora!
O teu passado foi!
O teu presente é sobreviver mentalmente, e o teu futuro?
Quando chega é o agora!
O agora, que já foi o teu futuro, tava repleto de desejos de mudança!
Falas da tua vida e esqueces que a tua vida és tu!
Nunca te esqueças que o valor da tua vida é aquele que lhe dás acrescentado com o valor das pessoas que te amam!
Isso sim é fundamental, por isso, e para isso, aquele que dorme deve ser acordado!
Quando deixei de ser anjo cairam por terra muitos mitos sociais, e vi o mundo com outra clareza. Assim sendo, comecei a coxear pelo caminho, embora mais doloroso tornou-se mais facil para mim do que dar grandes passadas para alcançar a meta, passadas, essas, que no passado destruiam tudo e todos.
terça-feira, março 10, 2009
Dia “Mais um!”
A tão já famosa, dupla mascara.
Cansado, espero o gesto que evidencie a loucura, o gesto lunático, o delírio, a perda de mim mesmo.
Talvez a minha existência se justifique por razões superiores; a perda do juízo, o presídio do corpo, o anjo feito homem; sei lá!
O meu tempo ficou parado na frase: - Até um dia para mim será possível!
Entretanto, neste meio tempo, vivo só dentro de mim, desejando uma cabana numa floresta encantada perto do mar, para colocar o meu coração na prateleira vazia de outros materiais, para que teus braços o ponham em condições.
Sonho com toques e sorrisos para encher a cabana de canções e emoções.
Os teus olhos!
Cheque Mate!
quinta-feira, março 05, 2009
Dia um! - Brilhante
Elas desencadeiam algo no fundo do nosso intimo, permitindo que se desenvolva sem mudanças.
Algo dorme dentro de nós, raramente despertando.
Aquele que dorme deve ser acordado.
Em tempos fundi-me com a noite.
Parti à chuva e regressei à chuva.
Ultrapassei o mais puro desejo.
Contemplei o dia triste.
Cruzei-me com a luz na sua ronda diária.
Não deixei ecoar os passos, fiquei imóvel.
Um grito ecoou, mas não me chamar ou para se despedir de mim!
Em tempos fundi-me com a noite...
e a chuva apareceu...
estava louca de amor!...
O fluir das gentes.
Dia um! - Amizade
A amizade é a mágica fronteira que nos une.
É um território rico em sonhos e silêncios, em palavras de desejos e vidas.
Ás vezes é deserta, às vezes é um frenético rio que corre veloz, por entre as margens das nossas mãos.
Este meu sonho é uma gota de espuma que me ficou esquecida nos dedos.
Ainda bem, pois estava a ficar seco.
Ele o sonho, só foi possível porque o fizeste.
Contigo, espero crescer e aprender.
A dançar e a cantar.
Contigo descobri o pulsar do meu coração, a luz das palavras, o mistério dos sentimentos que tantas vezes vi e onde tudo ficou por dizer.
Espero conhecer-te como se pode conhecer alguém que chora as mesmas lágrimas que eu.
Estas palavras, não são mais do que te dar, tudo aquilo que me deste. Feito não pelas minhas mãos, mas pela tua vontade, loucura, solidão… Pelo teu respeito.
Se te sentires presente em alguma palavra ou desejo que aqui te trago é porque és tu de quem falo.
Agarra as rédeas deste cavalo, que cavalga selvagem e se bate livre dentro de mim. Procura-me por entre as horas de melancolia, pelas horas de sentimentos e lágrimas, em que o palco é o céu e o chão a maré.
És o anjo que habita anónimo neste texto.
Socializaste-me as lágrimas.
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
Olhos
Eles piscam juntos,
eles se movem juntos,
eles choram juntos,
eles vêem coisas juntos
e eles dormem juntos...
Embora nunca se olhem, olhos nos olhos...
Dizem q se leva um minuto para se conhecer uma pessoa especial...
Um dia para ama-la...
E uma vida para esquecê-la...
terça-feira, fevereiro 17, 2009
Uma carta de amor para o futuro!
O teu mundo cola-se ao meu, mas como um dia alguém disse: - O que digo está longe como as estrelas do céu!
É tão dificil dizer-te amor, pois este sentimento é só meu.
Esta carta sou eu, estas palavras a minha voz, a tinta apressada da caneta o meu sangue.
Tens que ler esta carta com os teus lábios e beijar-me, para que deixes de ser apenas a imagem nas minhas lágrimas pela manhã, iludindo a dor de não te ter no meu quarto, ficando metade do ar por respirar....
(um dia voltarei a sonhar palavras de amor, e estas, que são novas, nunca ditas a ninguém serão reveladas com todo o coração, com toda a paixão num beijo sem fim num abraço a dois,... junto ao mar, ao sol...)
Anjo Ruivo!
Estiveste de certa forma presente na minha dor, por isso nunca te esquecerei!
Obrigada!
Agora a amizade poderá surgir, cheia e intensidade, pois sou intenso!
Uma amizade cheia de tudo, o que eu te puder dar, para te fazer a mais feliz das amigas!
Pelo meio surgirão coisas menos boas e outras maravilhosas mas isso só o sol e a lua irão saber...
Pois eu sou assim... imenso!
P.S. Após dúvida eu esclareço! Sim és tu! Só tenho um anjo ruivo! Aquele que de certa forma mesmo á distância me ajudou!
terça-feira, dezembro 16, 2008
ola
As dunas cresçam e cubram os meus desejos....eu....
Amar-te-ei sempre!
sábado, outubro 11, 2008
Eu II
Para a tua vida mudar precisas de tomar uma atitude, num agora!
E é sempre agora!
Estamos sempre no agora!
E não te adianta tentar fugir do agora!
O teu passado foi!
O teu presente é sobreviver mentalmente.
E o teu futuro?
Quando chega, é o agora!
E nada fazes no agora!
O agora já foi o teu futuro, e esse estava repleto de desejos de mudança! Lembraste?
Falas da tua vida e esqueces que a tua vida és tu!
Eu
Isto explica porque razão procuras a paz, amor, alegria e não és capaz de tolerar esses sentimentos por muito tempo.
Dizes procurar a felicidade, mas tás viciada na tua infelicidade. Infelicidade à qual acusas as circunstâncias da vida mas que no fundo resulta dos teus condicionalismos.
Depois sentes a culpa pelo que fizeste ou deixaste de fazer. Ou se estivesses estado mais ciente terias agido de forma diferente.
Estabeleces objectivos com alguma vontade de não os alcançar. Ou penalizas os outros dizendo eu fiz eu agi. Eu isto eu aquilo.
O cientista e a mulher que dá o corpo em troca de "sentimentos" Estavam os dois a enamorar-se por uma escultura. Estão os dois ...